Seria eu mais feliz, decerto, se fosse uma verdadeira avestruz… e não, não é porque gostava de ter uns joelhos maravilhosos ao contrário…gostava era tanto de esconder a cabeça na terra, de vez em quando, e deixar passar as chatices, as reclamações, as exigências, as mágoas, o tempo cinzento, a incompreensão…
Ai este meu dia-a-dia…
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